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Policia MT
Quarta - 12 de Julho de 2017 às 13:52

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Imagem Ilustrativa

A vitima, acompanhada do marido, procurou a reportagem na tarde de Terça Feira (11), para relatar que no dia de 7 de Julho, ela com sua filha foram até o Pronto Atendimento localizado na Avenida Estados Unidos para acompanha a filha que necessitava fazer um exame de Raio X e que pelo fato dela ser menor de idade, teve que entrar na sala para acompanhar a realização dos procedimentos.

Conforme a vitima relata nos boletim de ocorrência Nº 2017 – 226134 (Policia Militar) e no termo de declaração lavrado na Delegacia de Policia Judiciária Civil do município de Vera no estado de Mato Grosso, a vitima relata que ao entrar na sala (Biombo de proteção), o suspeito M.L.R , funcionário lotado no Pronto Atendimento, segurou a cintura da vitima e puxou para perto dele.

“Ao entrar com minha filha para fazer o Raios-X o funcionário teve uma atitude que ao meu ver é estranho, pois me seguro pela cintura e puxou para perto dele, e com isso, meu rosto ficou bem próximo ao rosto do funcionário, após fazer o exame, eu falei com minha filha e disse que para que o funcionário não era de confiança” disse a vitima

Ainda conforme consta nas declarações da vitima na policia a policia militar e civil, que o funcionário suspeito após a realização do primeiro exame de raios-X, saiu da sala e se dirigiu a vitima dizendo que haveria necessidade de fazer novamente o exame.

“Ele demorou um pouco para sair da sala, e quando saiu se dirigiu a mim dizendo que haveria a necessidade de repetir o exame e novamente eu e minha entramos no na sala e ao entrarmos na sala outros fatos aconteceram” declarou a vitima

No Boletim de ocorrência a vitima L.G.D.A, relata que da segunda vez que teve que entrar na sala, ela, (Vitima), preferiu ficar encostada na parede para evitar ficar próxima do funcionário (Suspeito) e que no momento da realização dos procedimentos de exame de raio - X, o suspeito encostou um dos braços nos seio da vitima e que esta ação durou algum tempo. A vitima relata também que o suspeito M.L.R após apertar o botão para finalizar o procedimento, passou bem próximo ao rosto da vitima e que se ela (Denunciante), não tivesse desviado o rosto, o suspeito a beijaria. Veja copia do boletim de ocorrência abaixo.

Consta na denuncia que após o acontecido dentro da sala, a denunciante teria saído rápido, momento em que foi indagada pelo suspeito da seguinte maneira;

“PORQUE ESSA PRESSA TODA”

Na entrevista ao jornalista Chiquinho Sam, a vitima disse que após o episodio, ela procurou a recepção para denunciar os fatos ocorridos. Na recepção ela foi instruída a procurar o secretário de saúde.

Na sala com o secretário de saúde e na presença de mais uma funcionária, a vitima relatou os fatos acontecidos. No boletim de ocorrência consta que após a vitima dizer que iria levar a denuncia a policia, momento em que o secretário pediu para a vitima não denunciasse, pois ele iria fazer uma investigação interna.

“Fui relatar o acontecido ao secretário, e ele me pediu para não fazer a denuncia, pois eles iriam fazer uma investigação interna, eu fiz a gravação de toda a denuncia ao secretário, e esta gravação onde se ouve o pedido para não fazer a denuncia é bem nítida, ele não poderia ter dito isso, a justiça tem que tomar providencia, uma pessoa como esta não pode trabalhar atendendo pessoas, estou tendo coragem de denunciar porque outras mulheres correm o risco de passarem pela mesma situação, vou procurar a promotoria e denunciar disse a denunciante.

Na policia Militar, o funcionário suspeito M.L.R disse que toda as vezes que realiza exames em menor de idade, ele (Funcionário), solicita a presença de um acompanhante para que acompanhe os procedimentos. Neste caso, eu solicitei a presença da mãe para que ela entrasse na sala (Biombo de proteção) a fim de evitar radiação, disse também que o local é apertado para a duas pessoas se mover para frente e para traz para ver a paciente, e com estes movimentos, provavelmente teria se encostado à denunciante

Após o depoimento do suspeito na Policia Militar, o funcionário suspeito foi conduzido à delegacia de policia judiciária civil.

Na ocorrência registrada, consta também que a vitima tem uma gravação no celular contendo a denuncia ao secretário de saúde, esta gravação, foi entregue a policia judiciária civil.





Fonte: foco da noticia

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