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Saúde
Segunda - 16 de Setembro de 2019 às 08:55
Por: Sandra Carvalho

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A colostomia, utilizada quando o paciente apresenta qualquer problema que o impede de evacuar normalmente pelo ânus, e a ileostomia, que é a drenagem do líquido intestinal, são utilizadas como medidas salvadoras, oferecendo sempre grande benefício para os pacientes, pois o objetivo principal de sua indicação é a preservação da vida.

O médico coloproctologista Mardem Machado, responsável técnico pelo Instituto de Gastro e Proctologia Avançado (IGPA), de Cuiabá (MT) explica que ao longo da vida há pessoas propensa a adquirir doenças benignas, malignas, além dos acidentes e traumas que podem resultar em tratamentos cirúrgicos e a necessidade da perda de órgãos e consequentemente das suas funções.

“A indicação da realização de colostomias e ileostomias ocorre pela impossibilidade de preservar o trânsito intestinal em sua via normal até o reto e canal anal ou pela perda definitiva da porção final do trato digestivo (reto e canal anal)”, especifica o especialista.

Quando um paciente necessita realizar uma colostomia ou ileostomia, ele é devidamente orientado para se adaptar, utilizar, limpar e conviver com essa nova situação. “O mais importante é manter o paciente vivo, oferecendo-lhe apoio e amor para que ele possa manter sua vida normalmente, no seu ambiente familiar e profissional e, se ainda jovem, que continue em busca da construção dos seus sonhos de vida”, observa o médico.

Vale mencionar que existem milhares de pessoas com ostomias (colostomias e ileostomias) no mundo inteiro, vivendo e lutando em busca de seus objetivos de vida. A perda de um órgão, como o reto, canal anal ou qualquer outra parte do corpo, jamais deverá se transformar em motivo para estigmatizar um ser humano, fazendo postagens desagradáveis e destrutivas.

Independentemente das colostomias e ileostomias serem definitivas ou temporárias, elas são usadas para preservar a vida e, quando temporária, o momento da reconstrução do trânsito intestinal será no momento adequado para que esse paciente não tenha mais riscos de vida.

Nesse intervalo de tempo, se possível, a vida deve continuar normalmente, realizando suas atividades diárias de maneira firme, forte e sempre lutando por seus objetivos.





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