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Politica Brasil
Terça - 27 de Janeiro de 2009 às 16:23

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A Procuradoria da União no Maranhão ajuizou 16 ações em 2008 por improbidade administrativa contra agentes públicos, incluindo 11 ex-prefeitos e dois prefeitos, além de integrantes de comissões de licitação, pregoeiros e auxiliares. No total, as ações atingem 31 pessoas.

As investigações mostram fraudes em processos licitatórios e são desdobramentos da Operação Sanguessuga, da Polícia Federal. A máfia dos sanguessuga desviava recursos do Fundo Nacional de Saúde para vender ambulâncias superfaturadas para prefeituras por meio de convênios com o Ministério da Saúde.

As ações são resultado de uma força-tarefa contra corrupção e improbidade criada pela Procuradoria-Geral da União, órgão da AGU (Advocacia Geral da União). Nas ações, AGU pede o ressarcimento de mais de R$ 200 milhões.

Segundo o procurador Everton Pacheco Silva, a força-tarefa é importante para coibir as irregularidades na administração pública e inibir atos ilícitos. "Os advogados da União assumem, assim, um papel de destaque no combate a corrupção", afirmou.

Se condenados, os réus poderão ter os direitos políticos suspensos, ficarão proibidos de contratar com o poder público e de receber benefícios ou incentivos fiscais.





Fonte: Folha Online

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