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Economia
Segunda - 19 de Janeiro de 2009 às 09:36
Por: Eduardo Cucolo

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A maioria dos economistas manteve a expectativa para o corte dos juros na primeira reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) de 2009, nesta quarta-feira (21), dos atuais 13,75% para 13,25% ao ano.

Mas as instituições com maior número de acertos (o chamado Top 5) já apostam em uma redução maior, para 13% ao ano, segundo dados da pesquisa semanal Focus, do BC.

Os economistas também aumentaram as previsões de corte de juros ao longo de 2009. Agora, a expectativa é que a taxa encerre o ano em 11,25% ao ano, ante previsão de 11,75% a.a. feita na semana passada.

A previsão para a Selic no final de 2010 caiu de 11,25% para 11% ao ano.

A queda maior dos juros deve ser impulsionada pela desaceleração da economia neste ano, devido aos efeitos da crise econômica.

Foi mantida a previsão de crescimento da economia em 2009 de 2%, abaixo dos 3,2% estimados pelo BC e dos 4% previstos no Orçamento deste ano para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas). Para 2010, está previsto um crescimento de 3,8%.

A estimativa para a produção industrial caiu de 2,50% para 2,15%. Para o próximo ano, está em 4,3%.

A previsão para o dólar no fim deste ano ficou em R$ 2,30. Para 2010, está em R$ 2,28.

Inflação

Em relação às previsões de inflação, a expectativa para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC, caiu de 5% para 4,8% (2009) e ficou em 4,5% para 2010. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).

Para este ano, a expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 4,93% para 4,91%; o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) recuou de 4,92% para 4,77%. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 4,55% para 4,54%.

A estimativa para o saldo da balança comercial ficou em US$ 14,5 bilhões. A expectativa para o déficit em conta corrente neste ano ficou em US$ 25 bilhões.

As previsões de investimentos estrangeiros diretos caíram de US$ 23,81 bilhões para US$ 23 bilhões. A previsão para a relação dívida/PIB caiu de 37% para 36,75%.





Fonte: Folha Online

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