Repórter News - www.reporternews.com.br
Sobe para 44 o número de mortos em acidentes nas minas chinesas
O número de mortos nos acidentes em minas registrados nos últimos dias na China já é de 44, segundo os dados oferecidos hoje pela Administração Estatal de Segurança Trabalhista e pela agência oficial "Xinhua".
No último acidente, registrado na segunda-feira, três trabalhadores morreram no desabamento de uma mina de carvão na cidade de Huangshi, na província central chinesa de Hubei.
Além disso, uma explosão de gás metano na região autônoma da Mongólia Interior (norte) deixou 21 mortos, depois que as equipes de resgate encontraram mais um corpo nas últimas horas.
O acidente aconteceu também na segunda-feira na mina de Rongsheng, no povoado de Jiudonggou, quando 34 trabalhadores estavam dentro do local, dos quais 13 sobreviveram.
A companhia de mineração tinha pedido permissão para explorar o poço, mas ainda não tinha recebido todas as licenças necessárias, em mais um caso de operação ilegal de minas chinesas.
Outra explosão ocorrida no mesmo dia, na província nordeste de Heilongjiang - no poço de Taihe, na cidade de Qitaihe - causou a morte de nove pessoas.
No momento do acidente, havia 16 trabalhadores dentro da mina, dos quais sete conseguiram escapar sozinhos.
No domingo passado, 11 trabalhadores morreram na explosão de uma mina da província central de Hunan.
O incidente ocorreu no poço de Gaopin, de propriedade pública e com uma produção anual de 20.000 toneladas.
A alta densidade de gás dificultou desde o primeiro momento os trabalhos de resgate, disseram fontes da Administração.
As minas de carvão chinesas registram 80% das mortes no setor mundial, com 6.000 vítimas fatais por ano, devido à precariedade dos poços e que os proprietários antepõem a produtividade às medidas de segurança, entre outros fatores.
O carvão abastece ainda cerca de 70% das necessidades energéticas do país.
No último acidente, registrado na segunda-feira, três trabalhadores morreram no desabamento de uma mina de carvão na cidade de Huangshi, na província central chinesa de Hubei.
Além disso, uma explosão de gás metano na região autônoma da Mongólia Interior (norte) deixou 21 mortos, depois que as equipes de resgate encontraram mais um corpo nas últimas horas.
O acidente aconteceu também na segunda-feira na mina de Rongsheng, no povoado de Jiudonggou, quando 34 trabalhadores estavam dentro do local, dos quais 13 sobreviveram.
A companhia de mineração tinha pedido permissão para explorar o poço, mas ainda não tinha recebido todas as licenças necessárias, em mais um caso de operação ilegal de minas chinesas.
Outra explosão ocorrida no mesmo dia, na província nordeste de Heilongjiang - no poço de Taihe, na cidade de Qitaihe - causou a morte de nove pessoas.
No momento do acidente, havia 16 trabalhadores dentro da mina, dos quais sete conseguiram escapar sozinhos.
No domingo passado, 11 trabalhadores morreram na explosão de uma mina da província central de Hunan.
O incidente ocorreu no poço de Gaopin, de propriedade pública e com uma produção anual de 20.000 toneladas.
A alta densidade de gás dificultou desde o primeiro momento os trabalhos de resgate, disseram fontes da Administração.
As minas de carvão chinesas registram 80% das mortes no setor mundial, com 6.000 vítimas fatais por ano, devido à precariedade dos poços e que os proprietários antepõem a produtividade às medidas de segurança, entre outros fatores.
O carvão abastece ainda cerca de 70% das necessidades energéticas do país.
Fonte:
EFE
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/312623/visualizar/

Comentários