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Filho de Sharon renuncia por acusações de corrupção
O deputado Omri Sharon, filho do primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, apresentou hoje sua renúncia ao presidente do Parlamento (Knesset), Reuven Rivlin, após reconhecer ter violado a lei de financiamento eleitoral.
A renúncia de Omri Sharon entrará em vigor na quinta-feira, dia em que o chefe do Executivo israelense será submetido a uma angioplastia em um hospital de Jerusalém.
Em sua carta de renúncia à sua cadeira parlamentar, Omri Sharon não explica as razões nem faz declarações aos meios de comunicação sobre sua situação.
O filho do premier não era obrigado a apresentar sua renúncia enquanto o tribunal, que estuda as acusações que pesam contra ele, não pronunciasse um veredicto.
A renúncia de Omri Sharon, de 41 anos e segundo filho do primeiro-ministro israelense, ocorre depois que, em 30 de novembro, o comitê da Câmara do Parlamento israelense aprovou a decisão de adiar sua suspensão como deputado, até que seja julgado pelas acusações que enfrenta.
Em 15 de novembro, foi iniciado o processo contra o filho do premier por violação da lei eleitoral para favorecer seu pai com a arrecadação de doações sete vezes maiores do que o permitido quando este último disputava a liderança do Likud em 1999.
O filho do primeiro-ministro israelense admitiu a maioria das acusações contra si, o que pode levar a sua prisão.
Entre os delitos que Omri Sharon reconheceu está a violação da lei eleitoral, que regula o montante de dinheiro que os candidatos podem receber, uma medida destinada a impedir que o doador possa beneficiar-se se seu candidato chegar ao poder.
Omri Sharon também é culpado de prestar falso testemunho sobre como obteve o dinheiro que, segundo suas declarações, foi por meio de um milionário empresário residente na África do Sul e velho amigo de seu pai.
A condenação máxima a que pode ser condenado é de cinco anos de prisão. A sentença deve ser anunciada ainda este mês.
Em sua carta de renúncia à sua cadeira parlamentar, Omri Sharon não explica as razões nem faz declarações aos meios de comunicação sobre sua situação.
O filho do premier não era obrigado a apresentar sua renúncia enquanto o tribunal, que estuda as acusações que pesam contra ele, não pronunciasse um veredicto.
A renúncia de Omri Sharon, de 41 anos e segundo filho do primeiro-ministro israelense, ocorre depois que, em 30 de novembro, o comitê da Câmara do Parlamento israelense aprovou a decisão de adiar sua suspensão como deputado, até que seja julgado pelas acusações que enfrenta.
Em 15 de novembro, foi iniciado o processo contra o filho do premier por violação da lei eleitoral para favorecer seu pai com a arrecadação de doações sete vezes maiores do que o permitido quando este último disputava a liderança do Likud em 1999.
O filho do primeiro-ministro israelense admitiu a maioria das acusações contra si, o que pode levar a sua prisão.
Entre os delitos que Omri Sharon reconheceu está a violação da lei eleitoral, que regula o montante de dinheiro que os candidatos podem receber, uma medida destinada a impedir que o doador possa beneficiar-se se seu candidato chegar ao poder.
Omri Sharon também é culpado de prestar falso testemunho sobre como obteve o dinheiro que, segundo suas declarações, foi por meio de um milionário empresário residente na África do Sul e velho amigo de seu pai.
A condenação máxima a que pode ser condenado é de cinco anos de prisão. A sentença deve ser anunciada ainda este mês.
Fonte:
terra
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/327883/visualizar/

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