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Policia MT
Sexta - 30 de Junho de 2017 às 14:49
Por: KARINA CABRAL

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O pai do piloto cuiabano Apoena Índio do Brasil Siqueira Rocha, de 22 anos, postou um desabafo em um grupo de aviação no Facebook, em que pede desculpas pelo erro do filho e diz que o rapaz está pagando da pior forma o preço da liberdade.

Apoena pilotava o avião interceptado pela Força Aérea Brasileira no domingo (25) com mais de 600 quilos de cocaína. E foi preso na noite da segunda-feira (26), na cidade de Itapirapuã (GO), junto ao copiloto Fabiano Júnior da Silva.

I. B. R., que também é piloto, disse no desabafo que está tentando entender onde falhou na educação do rapaz.

“Mas digo a todos vocês, com toda a certeza do mundo, que apesar do grave erro que ele cometeu ele ainda é um homem de coração muito bom e amigo de todos aqui”, escreveu.

Reprodução

Pai do piloto

O desabafo foi postado em um grupo de pilotos no Facebook

O pai disse que, apesar do erro, nunca deixará de amar o filho, a quem chamou de “meu menino”.

“Deus vai trazer meu filho de volta para o nosso meio [da aviação] e ele provará a cada um que um grande homem pode cair e se levantar novamente”, escreveu.

Ele finaliza a mensagem dizendo que a situação está sendo muito dolorosa para ele e pede desculpa em seu nome e em nome do filho.

Entenda o caso

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou um avião bimotor que transportava aproximadamente 600 quilos de cocaína em Jussara (GO).

A princípio a Força Aérea Brasileira informou que o avião teria decolado da fazenda Itamarati Norte, pertencente ao grupo Amaggi, da família do ministro de Agricultura Blairo Maggi.

Porém, ao ser preso, o piloto afirmou que essa informação foi dada durante a interceptação da FAB, iniciada em território mato-grossense, como uma tentativa de burlar uma eventual fiscalização.





Fonte: Mídia News

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