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Politica MT
Terça - 04 de Maio de 2021 às 22:51
Por: Andhressa Barboza/RD News

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Para o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), apesar de ser forte para a reeleição, o governo de Mauro Mendes (DEM) não é imbatível como tem se manifestado o chefe da Casa Civil Mauro Carvalho. O parlamentar democrata tenta “colocar os pés no chão” dos correligionários, admite que há desgaste da gestão devido à crise pela Covid-19 e com as reformas, mas é possível reverter o quadro e o chefe do Executivo deve estreitar relações com municípios e atentar para área social.

Rodinei Crescencio

Presidente da Assembleia, AL, Eduardo Botelho - deputado

Botelho vê Mauro forte para ir à reeleição, mas alerta que não é imbatível

“O governo é forte, mas não é imbatível. Seria muita presunção afirmar que é imbatível. Até porque teve muito desgaste, desagradou setores, e não falo só sobre a questão da previdência, as reformas que foram feitas, muitos setores não ficaram satisfeitos. É hora de mostrar que essas medidas foram para a saúde financeiras e dar condições para agir agora. O Estado antes não tinha condições, é o momento e é necessário, tem condições”, explicou Botelho em entrevista ao nesta terça (4).

Botelho pondera que o desgaste político não ficou só para o Palácio Paiaguás e foi absorvido pelos deputados. Isso porque, para dar sustentação ao governo foi necessária a aprovação de pontos polêmicos como a Reforma da Previdência, a troca do modal VLT pelo BRT.

“A AL saiu desgastada porque os grandes enfrentamentos foi a AL quem fez, os deputados foram para o debate, e a AL ainda esteve sitiada para votar tudo. Mas fez o que era necessário, o que precisava ser feito”.

Entre os desafios para trilhar o caminho à reeleição de Mauro, o parlamentar aponta que mais do que percorrer o estado com a entrega de cartões do Ser Família Emergencial, o governador deve fortalecer relações.

“Tem que começar a andar o estado, conversar mais, fazer uma relação mais próxima dos municípios. Já teve tempo para organizar. O Cartão não é suficiente. É um projeto muito importante, mas não é um projeto eleitoreiro, se for assim vamos adotar a tática do PT com clientelismo”.





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