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Policia MT
Terça - 07 de Abril de 2026 às 07:24
Por: Gabi Braz/Primeira Página

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Na manhã desta terça-feira (7), a Polícia Civil cumpre 21 ordens judiciais por meio da Operação Coroa Quebrada, contra uma facção criminosa envolvida em vários crimes, como tráfico de drogas, homicídios e disputa territorial com uma facção rival na região de Cáceres (MT).

Dentre os alvos, está uma mulher apontada como líder de uma facção criminosa conhecida pelo apelido de “Princesa” e que, atualmente, cumpre pena por homicídio qualificado na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

Ao todo, a operação cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, em Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis e Nova Mutum (MT).

Mesmo presa, a líder faccionada comandava mortes, determinava punições e distribuía armas, além de decretar execuções contra membros de uma facção rival enquanto gerenciava o tráfico de drogas na cidade, segundo a polícia.

Segundo as investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do município cacerense, com apoio Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, o grupo criminoso possui uma estrutura hierarquizada, divisão clara de tarefas e envolvimento de, pelo menos, 28 pessoas.

Facionada conhecida como 'Princesa' liderava grupo criminoso envolvido em tráfico e homicídios. - Foto: PJC-MT Facionada conhecida como ‘Princesa’ liderava grupo criminoso envolvido em tráfico e homicídios. – Foto: PJC-MT

Com funções específicas para cada integrante, o grupo era voltado para a prática de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e homicídios qualificados, ocorridos em meio à disputa territorial com outra facção criminosa rival.

“A estrutura demonstra sofisticação e periculosidade, com utilização de aplicativos de mensagens para coordenar ataques e ordenar execuções”

— Delegado da Draco de Cáceres, Fabrício Alencar

O nome da operação faz referência à líder, conhecida pelo apelido de “Princesa”, que teve a sua “coroa quebrada”, ou seja, sua atuação foi desarticulada com a operação da Polícia Civil.





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