Repórter News - www.reporternews.com.br
Correa se opõe a proibição de pesquisas de boca-de-urna no Equador
Quito, 23 set (EFE).- O presidente do Equador, Rafael Correa, se pronunciou hoje contra a decisão adotada pelo Tribunal Supremo Eleitoral de proibir a publicação de pesquisas de boca-de-urna nas eleições de 30 de setembro para escolher os representantes da Assembléia Nacional Constituinte.
Correa considerou que é "é muito perigoso não ter" estas pesquisas, embora tenham "custos", já que é uma eleição complexa.
"O remédio é muito mais caro que a doença", acrescentou, em relação à possibilidade de "eliminar" as pesquisas de boca-de-urna, como determinou o TSE, em um ato que provocou também a rejeição da oposição ao Governo.
"As pessoas devem ter informação imediata do que aconteceu. E devemos ficar muito atentos, embora, sinceramente, acredite que, com as enormes diferenças atuais (de acordo com as pesquisas que temos), por mais que tentem uma fraude não conseguirão reverter a vontade do povo equatoriano", ressaltou.
Ele pediu ao TSE que "revise sua posição e permita o maior número" de pesquisas de boca-de-urna. Correa acredita que a proibição das enquetes pode fazer parte de uma suposta "estratégia" para realizar fraudes.
O chefe de Estado denunciou a atitude do candidato Álvaro Noboa, do Partido Renovação Institucional Ação Nacional, que, segundo ele, "controla mais da metade dos tribunais eleitorais provinciais".
"Noboa quer fazer o mesmo de sempre: ser derrotado, mas não reconhecer sua perda. E este senhor já está tentado criar o caos", afirmou.
O movimento independente Participação Cidadã, que realizaria a apuração rápida de votos, agora proibida pelo TSE, detalhou hoje os mecanismos previstos para seu funcionamento em 30 de setembro, em uma tentativa de demonstrar sua capacidade de realizar o processo com transparência.
Correa considerou que é "é muito perigoso não ter" estas pesquisas, embora tenham "custos", já que é uma eleição complexa.
"O remédio é muito mais caro que a doença", acrescentou, em relação à possibilidade de "eliminar" as pesquisas de boca-de-urna, como determinou o TSE, em um ato que provocou também a rejeição da oposição ao Governo.
"As pessoas devem ter informação imediata do que aconteceu. E devemos ficar muito atentos, embora, sinceramente, acredite que, com as enormes diferenças atuais (de acordo com as pesquisas que temos), por mais que tentem uma fraude não conseguirão reverter a vontade do povo equatoriano", ressaltou.
Ele pediu ao TSE que "revise sua posição e permita o maior número" de pesquisas de boca-de-urna. Correa acredita que a proibição das enquetes pode fazer parte de uma suposta "estratégia" para realizar fraudes.
O chefe de Estado denunciou a atitude do candidato Álvaro Noboa, do Partido Renovação Institucional Ação Nacional, que, segundo ele, "controla mais da metade dos tribunais eleitorais provinciais".
"Noboa quer fazer o mesmo de sempre: ser derrotado, mas não reconhecer sua perda. E este senhor já está tentado criar o caos", afirmou.
O movimento independente Participação Cidadã, que realizaria a apuração rápida de votos, agora proibida pelo TSE, detalhou hoje os mecanismos previstos para seu funcionamento em 30 de setembro, em uma tentativa de demonstrar sua capacidade de realizar o processo com transparência.
Fonte:
EFE
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/206122/visualizar/

Comentários