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Aftosa: CNA diz que outros países devem voltar a comprar do Brasil
Brasília, 21 - O chefe do Departamento de Assuntos Internacionais e de Comércio Exterior da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Donizeti Beraldo, comemorou há pouco a decisão de Israel de retomar as compras de carne bovina do Brasil. "É um sinal muito positivo. O crescente número de países que embargaram o produto começa a retroceder", avaliou. Depois de confirmados focos de febre aftosa no rebanho do Mato Grosso do Sul, 49 países suspenderam, de forma integral ou parcial, as importações de carne do Brasil.
Israel é o primeiro país a rever a restrição comercial. "É um sinal positivo que pode ser seguido por outros compradores", completou Beraldo. De acordo com nota enviada ontem pelo Serviço de Representação Veterinária e de Saúde Animal para as Américas de Israel, com sede em Buenos Aires, o país retomará as importações de carne desossada e de miúdos, com exceção do produto proveniente dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. A nota diz ainda que a medida foi adotada depois da divulgação dos últimos informes sobre os focos de febre aftosa no Brasil.
De acordo com números da CNA, entre janeiro e agosto, Israel gastou US$ 30 milhões com compras de carne bovina brasileira. Esse valor, explicou Beraldo, representou 1,4% do total exportado pelo País no período. Ele lembrou a importância de a União Européia, principal mercado para a carne brasileira, retomar as compras. Outro importante mercado é o Egito, que comprou, no período, US$ 200 milhões em carnes. A Rússia gastou US$ 370 milhões com as importações brasileiras. Esses países mantêm o embargo ao produto brasileiro. (segue)
Israel é o primeiro país a rever a restrição comercial. "É um sinal positivo que pode ser seguido por outros compradores", completou Beraldo. De acordo com nota enviada ontem pelo Serviço de Representação Veterinária e de Saúde Animal para as Américas de Israel, com sede em Buenos Aires, o país retomará as importações de carne desossada e de miúdos, com exceção do produto proveniente dos estados do Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. A nota diz ainda que a medida foi adotada depois da divulgação dos últimos informes sobre os focos de febre aftosa no Brasil.
De acordo com números da CNA, entre janeiro e agosto, Israel gastou US$ 30 milhões com compras de carne bovina brasileira. Esse valor, explicou Beraldo, representou 1,4% do total exportado pelo País no período. Ele lembrou a importância de a União Européia, principal mercado para a carne brasileira, retomar as compras. Outro importante mercado é o Egito, que comprou, no período, US$ 200 milhões em carnes. A Rússia gastou US$ 370 milhões com as importações brasileiras. Esses países mantêm o embargo ao produto brasileiro. (segue)
Fonte:
Agência Estado
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/334703/visualizar/

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