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Jornalistas da AL aprofundam trabalhos sobre infância
Panamá - Jornalistas de diferentes países da América Latina reiteraram hoje, sábado, no Panamá seu compromisso de unir esforços para aprofundar o trabalho informativo sobre a infância e a adolescência na região.
Os jornalistas latino-americanos discutiram sobre o tema na Biblioteca Nacional do Panamá, na IV Edição dos Prêmios Ibero-americanos de Comunicação pelos Direitos da Infância e da Adolescência, entregues hoje na capital panamenha.
Os Prêmios foram criados em 1998 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Agencia EFE para reconhecer o trabalho dos comunicadores em favor da infância e dos adolescentes na América Latina.
Além dos 17 jornalistas que foram finalistas na nova edição dos Prêmios, também participaram vários dos jurados internacionais encarregados de escolher os ganhadores.
A necessidade de criar redes de jornalistas, incorporar à sociedade civil e também conseguir mais espaço nos meios para a cobertura do tema da infância, foram algumas das tarefas que os jornalistas se comprometeram a aprofundar e a prosseguir. Tudo isto para contribuir para um maior impacto sobre as políticas públicas relacionadas com a infância, segundo os comunicadores.
Veet Vivarta, membro do júri, apontou que "parte do desafio" é que os jornalistas tenham um olhar mais atento e uma percepção mais profunda sobre os problemas da infância e da adolescência, "para tirá-los da invisibilidade e trazê-los ao debate público". Vivarta é diretor da ONG "Agência de Notícias pelos Direitos da Infância" (Andi) do Brasil.
O assessor regional de comunicação do Unicef para a América Latina e o Caribe, Robert Cohen, disse que deve haver um movimento de exigências para melhorar a qualidade dos meios no tratamento da informação sobre a infância.
Por sua parte, o subdiretor para Relações Internacionais da Agencia EFE, Fernando de Valenzuela, expressou que devem ser estabelecidas redes de contato, como fazem a Andi e os Prêmios Ibero-americanos da Comunicação, para divulgar o trabalho sobre a infância.
Os jornalistas latino-americanos discutiram sobre o tema na Biblioteca Nacional do Panamá, na IV Edição dos Prêmios Ibero-americanos de Comunicação pelos Direitos da Infância e da Adolescência, entregues hoje na capital panamenha.
Os Prêmios foram criados em 1998 pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Agencia EFE para reconhecer o trabalho dos comunicadores em favor da infância e dos adolescentes na América Latina.
Além dos 17 jornalistas que foram finalistas na nova edição dos Prêmios, também participaram vários dos jurados internacionais encarregados de escolher os ganhadores.
A necessidade de criar redes de jornalistas, incorporar à sociedade civil e também conseguir mais espaço nos meios para a cobertura do tema da infância, foram algumas das tarefas que os jornalistas se comprometeram a aprofundar e a prosseguir. Tudo isto para contribuir para um maior impacto sobre as políticas públicas relacionadas com a infância, segundo os comunicadores.
Veet Vivarta, membro do júri, apontou que "parte do desafio" é que os jornalistas tenham um olhar mais atento e uma percepção mais profunda sobre os problemas da infância e da adolescência, "para tirá-los da invisibilidade e trazê-los ao debate público". Vivarta é diretor da ONG "Agência de Notícias pelos Direitos da Infância" (Andi) do Brasil.
O assessor regional de comunicação do Unicef para a América Latina e o Caribe, Robert Cohen, disse que deve haver um movimento de exigências para melhorar a qualidade dos meios no tratamento da informação sobre a infância.
Por sua parte, o subdiretor para Relações Internacionais da Agencia EFE, Fernando de Valenzuela, expressou que devem ser estabelecidas redes de contato, como fazem a Andi e os Prêmios Ibero-americanos da Comunicação, para divulgar o trabalho sobre a infância.
Fonte:
EFE
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/334906/visualizar/

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