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EUA pedem que a China limpe 'sujeira nuclear' na Coréia do Norte
O principal negociador dos Estados Unidos nas discussões sobre o programa nuclear da Coréia do Norte pediu à China no sábado para "ter um pouco mais de responsabilidade em "limpar a sujeira".
Uma quinta rodada de discussões foi interrompida na semana passada em Pequim com o distanciamento entre Estados Unidos e Coréia do Norte, após Pyongyang oferecer-se para congelar o programa nuclear mediante compensação, mas não desmontá-lo, o que Washington disse ser inaceitável.
Fora do encontro, o secretário-assistente de Estado dos Estados Unidos, Christopher Hill, enfatizou a necessidade de conversas multilaterais.
"Nós temos muitas opções para lidar com esse problema, mas a diplomacia é a melhor delas. A única opção que não temos é desistir", disse Hill a grupo de estudantes dos países da Apec.
Ele disse que o fracasso anterior da China em impedir que a Coréia do Norte —seu aliado de muito tempo— produzisse armas nucleares significava que o país deveria trabalhar com mais afinco para resolver o problema agora.
"Eu acho que é hora de os chineses assumirem mais responsabilidade em ''limpar esta sujeira"'', ele disse.
Em uma declaração em setembro, a Coréia do Norte disse que iria promover o desarmamento em troca de ajuda e garantias de segurança. Também exigiu um reator para uso civil.
Mas os detalhes e uma agenda ainda estão longe de serem acordados.
"A Coréia do Norte está dizendo: ''Nós precisamos ser reconhecidos primeiro, receber ajuda primeiro, receber muita ajuda econômica primeiro, depois vamos pensar em nos livrar das armas''. Mas vai ser ao contrário", disse Hill.
Ele também disse estar preocupado com os direitos humanos no país, levantando um tema que enfureceu Pyongyang no passado.
"Os direitos humanos na Coréia do Norte são algo que faz qualquer pessoa no mundo ficar com uma certa náusea moral."
As discussões começaram em 2003, quando a China tentou negociar um acordo pacífico após os EUA acusarem a Coréia do Norte de produzir armas nucleares e Pyongyang abandonar um acordo de não-proliferação de armas nucleares. A Coréia do Norte disse em fevereiro ter armas nucleares.
Uma quinta rodada de discussões foi interrompida na semana passada em Pequim com o distanciamento entre Estados Unidos e Coréia do Norte, após Pyongyang oferecer-se para congelar o programa nuclear mediante compensação, mas não desmontá-lo, o que Washington disse ser inaceitável.
Fora do encontro, o secretário-assistente de Estado dos Estados Unidos, Christopher Hill, enfatizou a necessidade de conversas multilaterais.
"Nós temos muitas opções para lidar com esse problema, mas a diplomacia é a melhor delas. A única opção que não temos é desistir", disse Hill a grupo de estudantes dos países da Apec.
Ele disse que o fracasso anterior da China em impedir que a Coréia do Norte —seu aliado de muito tempo— produzisse armas nucleares significava que o país deveria trabalhar com mais afinco para resolver o problema agora.
"Eu acho que é hora de os chineses assumirem mais responsabilidade em ''limpar esta sujeira"'', ele disse.
Em uma declaração em setembro, a Coréia do Norte disse que iria promover o desarmamento em troca de ajuda e garantias de segurança. Também exigiu um reator para uso civil.
Mas os detalhes e uma agenda ainda estão longe de serem acordados.
"A Coréia do Norte está dizendo: ''Nós precisamos ser reconhecidos primeiro, receber ajuda primeiro, receber muita ajuda econômica primeiro, depois vamos pensar em nos livrar das armas''. Mas vai ser ao contrário", disse Hill.
Ele também disse estar preocupado com os direitos humanos no país, levantando um tema que enfureceu Pyongyang no passado.
"Os direitos humanos na Coréia do Norte são algo que faz qualquer pessoa no mundo ficar com uma certa náusea moral."
As discussões começaram em 2003, quando a China tentou negociar um acordo pacífico após os EUA acusarem a Coréia do Norte de produzir armas nucleares e Pyongyang abandonar um acordo de não-proliferação de armas nucleares. A Coréia do Norte disse em fevereiro ter armas nucleares.
Fonte:
Reuters
URL Fonte: https://www.reporternews.com.br/noticia/334994/visualizar/

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