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Politica Brasil
Quinta - 19 de Março de 2009 às 06:30
Por: Patrícia Sanches

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A primeira-dama do Estado, Terezinha Maggi, secretária de Trabalho, Emprego e Cidadania, foi transferida nesta quarta (18), às 16h30, para São Paulo, após seu quadro clínico não apresentar melhoras. Há cerca de 15 dias, ela se submeteu a uma cirurgia de redução do estômago, num hospital em São Paulo, e acabou contraindo infecção hospitalar. O governador Blairo Maggi a acompanhou. Ele permanece em São Paulo junto com um dos filhos. Terezinha está sendo atendida por uma junta médica especializada.

Amigos e familiares sustentam a tese de que o quadro é estável e que não há razão para alarde. Outros observam, porém, que a situação é grave. O governador pediu atenção especial à junta médica e uma bateria de exames pós-operatório na esperança da esposa receber logo alta em definitivo. O Palácio Paiaguás deve se pronunciar nesta quinta, por meio de nota oficial.

Depois que fez a cirurgia e retornou a Cuiabá, a primeira-dama teve mal-estar e foi hospitalizada no Jardim Cuiabá. Em seguida recebeu alta e voltou a ser internada. Nesta quarta, a família, seguindo orientação médica, decidiu transferí-la a São Paulo para um centro de saúde mais avançado. Enquanto está afastada do primeiro escalão, o adjunto José Rodrigues Rocha Júnior responde interinamente pela área social do governo.

Terezinha acompanha o governador diariamente nos eventos. Foi uma das principais incentivadoras do marido para ingressar na vida pública, ainda em 1998, quando Maggi concorreu à primeira suplência de senador, na chapa encabeçada por Jonas Pinheiro (já falecido). Desde 2002, quando Maggi disputou e ganhou o governo, Terezinha tem participado ativamente das ações do seu marido, especialmente na área social.

(19/03-8h20) - Médico afirma que secretária se recupera bem

O cirurgião-geral, Juliano Canavarros, que acompanhou Terezinha Maggi durante o período em que ficou internada no Hospital Jardim Cuiabá, disse nesta quinta (19) que a primeira-dama inspira cuidados, mas passa bem. Segundo ele, Terezinha foi transferida para São Paulo porque precisa passar por uma bateria de exames complementares que avaliarão como a infecção agiu em seu organismo. Além disso, os médicos pretendem saber como seu corpo está reagindo após o procedimento cirúrgico e acompanhar a sua reeducação alimentar. "Não estou autorizado a falar sobre o caso, mas posso garantir que ela se recupera bem. Terezinha saiu do hospital conversando, rindo, uma pessoa assim não pode estar muito doente", afirmou Juliano Canavarros.

Nestes primeiros 30 dias, Terezinha só pode ingerir líquido (sopa, sucos, caldos) já que não pode forçar os pontos. Aos poucos a dieta passará de líquida para pastosa, para branda, até a ingestão dos alimentos sólidos. Ela deve continuar sendo acompanhada por médicos já que este tipo de procedimento cirurgico pode ocasionar anemia crônica, deficiência de cálcio que provoca osteoporose e pedras nos rins, engasgamento, perda de cabelo, cálculo na vesícula e um fenômeno conhecido como dumping (nas cirurgias de derivação gástrica).





Fonte: RD News

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