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Politica Brasil
Segunda - 19 de Janeiro de 2009 às 09:15
Por: Marcos Coutinho

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A sucessão na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), caso haja uma disputa de fato, pode se transformar numa prévia das eleições de gerais de 2010, visto que as forças políticas hoje alinhadas ao governo estadual já começam a dar sinais de descontentamento, insatisfação e de que estão dispostas a fazer oposição desde já, embora mantenham seus cargos na administração de Blairo Maggi.

Hipoteticamente, o processo sucessório na AMM tem quatro candidaturas colocadas: de Pedro Ferreira (PP), de Jauru; Joemil Araújo (PMDB), de Rosário Oeste; Manoel de Freitas (PR), de Terra Nova do Norte; e de Dênio Peixoto (DEM), de Planalto da Serra.

Contudo, nos bastidores, Ferreira, Joemil e Dênio estão se articulando em um bloco, sob orientação de lideranças de seus respectivos partidos, enquanto Freitas mantém sua candidatura sob respaldo da cúpula regional do PR.

O 'bloco de oposição' seria encabeçado por Ferreira, porque Joemil e Dênio estariam dispostos a compor, embora as candidaturas de ambos ainda estejam, hoje, no jogo. E o bloco de situação' ficaria isolado ao PR, que já registraria defecções entre os líderes municipalistas e, quiçá, em sua própria cúpula.

A única certeza hoje é que as contabilidades de cada facção na batem. Levantamento feito pelo Olhar Direto confirma que Ferreira é franco favorito. Todavia, o presidente do PR, Moisés Sachetti, está otimista num consenso em torno de Manoel de Freitas, embora o risco de isolamento seja grande.

No 'bloco de oopsição' já tem gente que defende que haja disputa mesmo, fato que não ocorre há muito tempo no processo sucessório na AMM. E quando houve, a entidade se enfraqueceu com muitos prefeitos deixando de contribuir e rompendo com o status quo do grupo vencedor.





Fonte: Olhar Direto

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