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Politica Brasil
Quarta - 18 de Abril de 2007 às 07:22
Por: Noelma Oliveira

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O governador Blairo Maggi (PR) oficializa a conversa institucional com o PMDB após o retorno da sua viagem aos Estados Unidos, que começa no próximo dia 24. Durante a ausência de Maggi do território brasileiro, por uma semana, o governo será ocupado novamente pelo vice-governador Silval Barbosa, do PMDB.

O entendimento para oferecer a Secretaria de Educação ao PMDB, antes colocada à disposição de Silval pelo governador, foi feito em conjunto com Barbosa. A eventual nomeação do secretário Luiz Antonio Pagot para o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes deixou a Pasta aberta para o governador ampliar o arco de aliança.

O foco de Silval Barbosa sempre foi a Secretaria de Infra-estrutura. É considerada a Pasta que melhor se adequaria ao perfil do vice-governador. Contudo, Maggi ainda não bateu o martelo sobre a ida de Barbosa para a Secretaria. Porém, praticamente deixa a Pasta com a legenda.

Para contemplar o PMDB, Maggi não descarta, na discussão institucional, colocar à disposição as Secretarias de Infra-estrutura, Indústria, Comércio e Minas Energia e Cultura, ocupadas, respectivamente, por Vilceu Machetti, Alexandre Furlan e João Carlos Ferreira.

Mesmo de forma monossilábica, o chefe do Executivo admite que estas pastas poderão sofrer alteração. As demais, por enquanto, ele descarta. A indicação de Barbosa para a pasta da Infra-estrutura ganha respaldo da Assembléia Legislativa.

São constantes as reclamações dos parlamentares, inclusive governistas e do mesmo partido de Maggi, do PR, contra o secretário de Infra-estrutura Vilceu Machetti, que teoricamente seria uma indicação do DEM, sucessor do PFL. Entretanto, nem mesmo a bancada Democrata na Assembléia Legislativa chancela a indicação de Marchetti como do partido.

Por outro lado, mesmo com alguns problemas, o governador também descartou a possibilidade de qualquer mudança, neste momento, nas secretarias de Justiça e Segurança Pública e Administração, embora ambas venham enfrentando uma série de críticas nos últimos dias.

A primeira, sob o comando do ex-deputado Carlos Brito, por conta dos índices de violência e a segunda, dirigida por Geraldo de Vitto, por conta da implementação da reforma administrativa, que não está sendo bem-aceita sequer por alguns secretários. Discretamente, há focos de resistência.

Maggi também afirmou que não definiu o sucessor de Moiséis Sachetti para a presidência do Detran. Além do Detran, o chefe do Executivo não decidiu quem substitui Helny de Paula na presidência da MT Gás. Vereador licenciado, Helny quer voltar para a Câmara de Vereadores da Capital.





Fonte: Diário de Cuiabá

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