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Meio Ambiente
Segunda - 06 de Março de 2006 às 06:46

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Pesquisadores americanos investigam a suposta presença do homem nos EUA há milhões de anos, baseando-se na descoberta de ossos humanos que têm o dobro da idade que os do homem de gelo descoberto em 1991 em um glacial dos Alpes. O último número da revista Time destaca hoje a transcendência especial do achado nos Estados Unidos há mais de uma década, de ossos de um antigo caçador no rio Columbus, no condado Benton, do estado de Washington (noroeste dos EUA).

A revista diz que estes restos têm cerca de 9.000 anos de idade, dando uma possível luz, embora pouca, sobre como foi colonizado o Novo Mundo.

O esqueleto, conhecido como "Kennewick Man", por ter sido encontrado perto da cidade do mesmo nome do estado americano de Washington, foi descoberto no verão de 1996, informa a Time.

A revista acrescenta que estes restos foram considerados pelos índios Umatilla e outras quatro tribos da bacia do rio Columbus como de seus ancestrais, e foram amparados sob a lei de Proteção de Tumbas Nativas e Repatriação dos EUA.

No ano do descobrimento um grupo de pesquisadores apresentou uma demanda para poder analisar os ossos, o que deu início a uma batalha legal e negociações que se encerraram em 2005 com o direito do acesso dos cientistas aos restos mortais do caso.

Esse acesso deu passo a uma série de exames dos ossos por meio de sofisticadas provas forenses.

Estas técnicas permitiram aos pesquisadores sondar estes restos para investigar sobre como começou a vida humana no Novo Mundo.





Fonte: EFE

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