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Politica Brasil
Quinta - 13 de Maio de 2004 às 17:24

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A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou estável em maio, de acordo com a pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada hoje. A avaliação positiva ficou em 34,6% em maio, mesmo índice do levantamento anterior realizado em março, enquanto a negativa passou de 19,4% para 20,0%. A avaliação regular saiu de 42,7% para 43,5% neste mês.

´ De acordo com o presidente da CNT-Sensus, Clésio Andrade, não é correto utilizar a palavra estabilidade, já que para ser considerado estável, o resultado de uma pesquisa deve se repetir durante pelo menos quatro verificações. De qualquer forma, é a primeira vez, desde outubro do ano passado, que os índices de avaliação do governo não diminui.

A avaliação positiva do desempenho pessoal do presidente Lula continua melhor que a do seu governo. Em março, ela era de 59,6%, passando para 60,2% em maio. A desaprovação ao desempenho pessoal de Lula passou de 30,5% para 32,4%.

"O eleitor está na fase de observação. O patamar de um terço é crítico para qualquer administrador. A população percebeu uma pequena retomada na economia, melhorou a impressão sobre saúde e educação, e os noticiários sobre crise política desapareceram das televisões. Está na hora de o governo se preocupar com o emprego e a violência", declarou Clésio Andrade.

A pesquisa mostrou que 56,9% dos entrevistados ainda têm boa expectativa em relação ao governo Lula. Dentre os pesquisados, 30,6% têm confiança no presidente, 20,8% têm compreensão, e 5,5% estão satisfeitos. Outros 39,2% se disseram decepcionados, desconfiados ou rejeitam o presidente.

Entre os principais problemas do país, os dois primeiros postos estão reservados ao desemprego (43,1%) e a violência (36%). Bem abaixo, vem a moralidade na administração pública (6,5%), saúde (4,5%), educação (4%), paralisia na administração pública (2,4%) e contas públicas (2,3%).

Nas avaliações setoriais do governo, em notas que variam de zero a dez, o governo recebeu nota 6,1 em educação, 5,5 em saúde, 3,7 em estradas, 3,5 em segurança, e 2,5 na geração de empregos.

Pela metodologia da pesquisa, na faixa até 10% e acima de 90%, a margem de erro é de 1 ponto percentual. Na faixa de 10% a 30% e de 70% a 90%, ela é de 2 pontos, e de 30% a 70%, a margem é de 3 pontos.

O Instituto Sensus entrevistou 2 mil pessoas entre os dias 7 a 9 de maio em 195 municípios do país.




Fonte: Terra

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