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Cultura
Terça - 04 de Maio de 2004 às 09:21
Por: Beatriz Coelho Silva

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Rio de Janeiro - A posse do senador Marco Maciel (PFL-PE) na Academia Brasileira de Letras (ABL), na noite de ontem, tornou-se um acontecimento político em virtude do grande número de representantes de vários partidos que compareceram à festa. O vice-presidente da República, José Alencar (PL-MG), o governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcellos (PMDB), o governador de Sergipe, João Alves (PFL), o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), o prefeito do Rio, César Maia (PFL), o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o deputado federal Moreira Franco (PMDB-RJ) estavam presentes. Também estiveram na solenidade o cardeal arcebispo do Rio, dom Eusébio Scheid, e dona Lili Marinho, viúva do empresário Roberto Marinho, a quem Maciel sucedeu na cadeira número 39 da Casa de Machado de Assis.

“É uma dupla emoção suceder a Roberto Marinho, que foi mais que um empresário, um homem público, e ao fundador dessa cadeira, o historiador Oliveira Lima, que além de tudo é meu conterrâneo”, disse o senador, pouco antes da cerimônia em que foi saudado por outro conterrâneo, o acadêmico Marcos Villaça. “Como sou um homem público, é natural que na festa de minha posse o comparecimento de políticos seja maior que o normal. E, afinal, pode-se até dizer que um discurso parlamentar é uma forma de literatura”, disse Maciel.

Em seu discurso de posse, o senador lembrou o lado arrojado de Roberto Marinho, que tornou-se um dos principais empresários da comunicação no País e criou a Rede Globo, a quarta emissora de televisão do mundo. Maciel lembrou também a importância do trabalho de valorização da língua portuguesa que vem sendo desenviolvido pela Academia e não se esqueceu de agradecer o carinho da mulher, Anna Maria, e dos três filhos presentes a sua posse.




Fonte: Estadão.com

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