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Quinta - 15 de Abril de 2021 às 10:44
Por: Fábio Almeida/RD1

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CNN BrasilRafael Colombo entrevistou o ministro Onyx Lorenzoni e rebateu falas ao vivo (Imagem: Reprodução – CNN Brasil/ Montagem – RD1)

O clima pesou no telejornal Novo Dia, da CNN Brasil, nesta quinta-feira (15). Rafael Colombo, que comanda o noticiário, reagiu a uma fala do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni (DEM) e gerou uma grande discussão.

Tudo aconteceu quando o integrante do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) foi questionado na entrevista sobre a condução da pandemia da covid-19 pelo governo federal, o alto número de mortos pela Covid-19 e a vacinação.

Onyx, então, pediu equilíbrio e que as pessoas sejam “justas” na avaliação. Ele ressaltou que os dados não são verdadeiros que o Brasil não tem sido responsável pelo maior número de mortes pela Covid-19.

O âncora argumentou: “O senhor disse que eu trouxe um dado mentiroso […] faz um mês que nós respondemos por 30% das mortes em todo o mundo ministro”. “O Brasil não é o país que mais morre gente por Covid absolutamente no mundo. Existem países com números muito maiores que o nosso”, rebateu o ministro.

Onyx saiu em defesa de Bolsonaro, dizendo que o presidente não pode ser responsabilizado pelas mortes da pandemia. “Esse raciocínio tem um objetivo, essa condução, essa narrativa, é tentar responsabilizar uma única pessoa. Então em todo planeta Terra o único responsável por óbitos por uma doença viral que ninguém sabe tratar direito até o dia de hoje, a culpa só tem um cidadão, Jair Messias Bolsonaro, é o culpado mundial”, ironizou o convidado.

“Sabe qual é o problema? É que como o presidente [Donald] Trump saiu dos Estados Unidos e o único líder de direita relevante no planeta Terra se chama Jair Messias Bolsonaro e todo esse sistema precisa destruir este representante”, analisou.

Em seguida, o ministro afirmou que o país está funcionando “sem roubalheira” e começou a falar sobre corrupção. Rafael Colombo o interrompeu e mandou seu recado ao vivo na CNN Brasil.

“Ministro, eu vou dizer ao senhor que a minha preocupação é mais rasa do que essa. Talvez o senhor esteja num patamar de compreensão do que se passa no mundo, além daquilo que eu consigo. A minha preocupação é saber onde nós erramos. Nós como país. É claro que o presidente da República vai ser cobrado, porque ele é autoridade máxima do país, assim como governadores, médicos e nós da imprensa, que teremos que fazer uma observação a respeito do nosso trabalho”, disparou o jornalista.

O âncora seguiu: “O presidente de República, seja ele quem for, fosse qualquer outro presidente da República, à essa altura do campeonato, ele estaria sendo cobrado também porque é autoridade máxima do país. Não se trata de perseguição a A ou a B”.

“Estamos enterrando brasileiros a torto e a direito, inclusive à noite, nos cemitérios, porque não soubemos lidar bem com a pandemia”, finalizou.

Confira um trecho:






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