WF descarta “campanha ganha” e diz que pesquisa é retrato O senador analisou seu desempenho e afirmou que resultado das pesquisas requer mais trabalho
O senador Wellington Fagundes (PL), pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, afirmou que não considera a eleição definida, apesar de liderar todas as pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento.

Isso é um estímulo a mais para estar trabalhando, mas não posso nem imaginar e nem aceitar que campanha pode estar ganha
Para ele, os levantamentos refletem apenas um recorte temporário do cenário político e não garantem vitória antecipada.
Hoje, além de Wellington, os pré-candidatos à sucessão do Palácio Paiaguás são: o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), a médica Natasha Slhessarenko (PSD) e o senador Jayme Campos (União).
“As pesquisas são fotografias de momento. Eu fico muito animado, lisonjeado, agradecido à população, porque está colocando o meu nome de forma bem consolidada em todas as pesquisas como primeiro. Isso é um estímulo a mais para estar trabalhando, mas não posso nem imaginar e nem aceitar que campanha pode estar ganha antes da hora”, disse em entrevista ao MidiaNews.
O senador afirmou que a experiência o leva a tratar o processo eleitoral com cautela, pois, para ele, bons números nas pesquisas aumentam a responsabilidade de intensificar o trabalho político para manter o bom desempenho.
“Eu tenho total experiência e humildade para entender que política é igual garimpo. Você só conhece depois da apuração”, disse.
Segundo ele, a estratégia é ampliar a presença nas bases e manter diálogo direto com a população. Wellington também apresentou linhas gerais do projeto que pretende defender na disputa, destacando a necessidade de enfrentar desigualdades no Estado.
Para ele, a concentração de renda é hoje um dos principais problemas de Mato Grosso.
Ele disse ainda que pretende conciliar o mandato no Senado com a pré-campanha este ano, dividindo o tempo entre Brasília e o Estado, mas sem se afastar das comunidades.
“Quero continuar nessa linha, trabalhando muito com a divisão de tempo também, porque sou senador, tenho que estar em Brasília também, e com ações das mais variadas, mas o máximo presente também junto às comunidades, até para saber como está a realidade do momento, cada dia mais aprender”, disse.
Wellington ressaltou que aposta na construção coletiva e na formação de uma equipe técnica desde agora, tanto para a campanha quanto para uma eventual gestão.
"Gente não nasce sabendo e também não faz nada sozinho. Minha posição sempre é essa de trabalhar como sempre fiz, também como equipe competente, procurando fazer também já agora contatos, para que eu possa ter uma equipe muito competente, não só na campanha, mas com perspectiva também de administrar o Estado".

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