Wellington mantém candidatura e sinaliza estar aberto a receber apoio Presidenciável Flávio Bolsonaro considera descartado qualquer recuo nos estados onde o bolsonarismo ganhou as últimas disputas eleitorais de 2022 e 2024
"Se ele quiser vir somar, será bem vindo, assim como outros nomes que desejarem um Mato Grosso melhor para todos e não apenas para alguns", disse o senador Wellington Fagundes (PL/MT) ao negar a possibilidade de recuar em suas pretensão de disputar o Governo de Mato Grosso.
O próprio senador e presidenciável pela Direita, Flávio Bolsonaro (PL/RJ) em reunião teria descartado qualquer possibilidade de um recuo de candidaturas próprias do PL, como a de Wellington Fagundes ainda mais quando elas reforçam a disputa presidencial em estados estratégicos e que nos últimos pleitos 2022 e 2024 foram amplamente favoráveis ao Grupo Político liderado por Jair Bolsonaro.
Para a Cúpula Nacional do PL, não faz sentido o senador Wellington Fagundes que lidera todas as pesquisas eleitorais divulgadas em 2025, inclusive as mensurações internas do partido e que está presente em todo o Mato Grosso e tem uma forte atuação municipalista, recuar para ser candidato a vice ou deixar de disputar uma eleição que caminha para um dos melhores desfechos do PL no Brasil, teria ponderado o presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, presidente nacional dos liberais.
Wellington Fagundes asseverou que tem conversado com diversas correntes políticas e que não descarta apoios, votos, mas a preferência é que seja de partidos de Direita e lembrou que: "o eleitor que tem a palavra final. Então em política eleitoral não se escolhe voto, mas também não se negocia convicções, ou seja, minhas convicções e propostas por um Mato Grosso para todos e não para poucos está sendo levados a todas as cidades de Mato Grosso e a toda população e diferente de outros postulantes, eu só prometo o que posso cumprir, do contrário não estaria em meu segundo mandato de senador da República (16 anos) que veio acompanhado por outros seis mandatos de deputado federal(24 anos)", explicou ele.
Mais a frente, Wellington Fagundes, assinalou que pela sua experiência política, Mato Grosso pela primeira vez em quase quarenta anos, desde quando a última Constituição Federal do Brasil foi promulgada em 1988, vai ter uma disputa para o Governo do Estado em dois turnos ou uma vitória, "que será nossa"com uma margem de votos pequena, mas que isto faz parte da democracia.
"Quanto mais candidatos melhor para Mato Grosso, melhor para sua população e para a democracia, além é claro do Brasil", disse ele assegurando que hoje se dedica muito mais à relação direta com o eleitorado e com a população do que com injunções político-partidárias, "pois é claro que desejamos e vamos reforçar nosso palanque com aliados que tenham o mesmo pensamento e a mesma determinação em mudar no que se transformou o Brasil", assinala.
O senador ainda ponderou serem mais do que reais as chances de sua vitória, bem como da maioria daqueles que estarão em seu palanque e na defesa das convicções da Direita que se parametriza por Deus, Pátria e Família.
Reeleito para a liderança do do Bloco Vanguarda no Senado da Republica com 15 senadores de um total de 81 membros, a intenção do PL e dos partidos aliados é eleger a maioria das 54 vagas que estão em disputa, pois neste ano de 2026 estarão em disputa duas vagas por Estado, 513 vagas de deputados federais, 27 Governos de Estado, a presidência da República, além de 1.059 cadeiras nas Assembleias Legislativas nos 27 Estados e Distrito Federal, "e o PL trabalha não apenas pela maioria, mas pela possibilidade de devolver o Brasil para os brasileiros e não manter o mesmo nas mãos de poucos", concluiu Wellington Fagundes.

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