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Policia MT
Quinta - 26 de Abril de 2012 às 07:02
Por: ADILSON ROSA

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Casa do vendedor Camilo da Silva, de 37 anos, executado no bairro Canjica: polícia não tem pistas
Casa do vendedor Camilo da Silva, de 37 anos, executado no bairro Canjica: polícia não tem pistas
O vendedor Camilo Lelis da Silva, de 37 anos, foi executado com dois tiros de revólver quando estava em sua casa na Rua Brigadeiro, no bairro Canjica, em Cuiabá.

Testemunhas disseram que dois homens chegaram num Gol prata ou ferrugem e um deles desceu. Em seguida, arrombou a porta da sala com vários chutes e atirou duas vezes, atingindo a vítima no tórax e abdome. Camilo morreu no local. O assassinato ocorreu ontem de manhã.

Testemunhas acrescentaram que o criminoso entrou no carro e ambos fugiram em alta velocidade em direção ao centro do bairro. Após os tiros, vizinhos foram verificar o que tinha ocorrido e encontraram o vendedor caído na sala.

Eles acionaram policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que estiveram no local fazendo a liberação do cadáver e iniciando as investigações.

Para os policiais, o assassinato seria um acerto de contas, mas eles possuem poucas informações a respeito da execução.

Moradores próximos disseram aos policiais que a vítima gostava de tomar cerveja num bar próximo e sempre mexia com mulheres que passavam na rua.

“Temos poucas informações a respeito do crime, ainda”, informou o delegado João Alencar, de plantão na DHPP. Os policiais não souberam informar se a vítima tinha antecedente. Como ele reside sozinho, não foi possível descobrir se estava sendo ameaçado.

Moradores próximos estavam apavorados, pois muitas pessoas estavam caminhando pela rua em direção ao trabalho quando ouviram o arrombamento da porta e em seguida os tiros. O chute foi tão violento que a porta afundou. Quem passava pelo local não entendia o que tinha ocorrido.

O que chamou a atenção dos policiais é que o assassinato ocorreu na parte da manhã, levantando a suspeita de se tratar de crime passional. Como ainda não possuem uma única vertente para as investigações, os policiais não descartam hipótese alguma.

“Crimes passionais, quando a vítima mexeu com a mulher de alguém, o homem ataca em qualquer lugar e em qualquer hora. Não estamos dizendo que se trata de um crime passional, mas não está descartado”, explicou um policial.

Nos próximos dias, o delegado deverá ouvir familiares da vítima para saber se encontra alguma pista que leve ao esclarecimento do assassinato.




Fonte: DO DC

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