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Educação/Vestibular
Terça - 12 de Junho de 2007 às 13:46

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O CAPS constitui hoje como sendo uma unidade imprescindível no tratamento de sua referência.

Em Diamantino, o CAPS realiza continuamente, várias atividades relacionadas ao tratamento especificamente e as funções complementares, que auxiliam no próprio tratamento e na conscientização dos pacientes e da comunidade.

Foi o que ocorreu recentemente, quando o CAPS fechou as portas para realizar blitz e panfletagem, com o objetivo de divulgar e conscientizar a população pelo dia “Nacional do Movimento da Luta Antimanicomial” comemorado no dia 18 de maio.

Esse processo iniciou-se em 1978, em São Paulo, com o movimento dos trabalhadores de Saúde Mental e foi se intensificando e fortalecendo com a participação de familiares, usuários, entidades de classe e movimentos sociais em busca de um processo de transformação do modelo hospitalocêntrico, passando a denominar Movimento da Luta Antimanicomial. Os trabalhadores de Saúde Mental puseram-se a repensar o modelo de atenção psiquiátrica e iniciaram a busca da superação dos manicômios.

A Luta Antimanicomial visa acabar com a exclusão social, discriminação, maus tratos e violência aos doentes mentais, luta pelo direito a cidadania, qualidade de vida, à liberdade e a dignidade inerente a todo ser humano e pela humanização da assistência.

Em Mato Grosso essa data é comemorada desde 1993, quando se intensificou a política de Saúde Mental no contesto da Reforma Psiquiátrica. Ampliou-se as discussões sobre a desenstitucionalização, que têm como objetivo a desmontagem do manicômio, através da mobilização de pessoas, com uma rede de consistência humanizada, que propicie atendimento diário em regime aberto, por equipes interdisciplinar.

A proposta da Política de Saúde Mental que têm como alicerce a Reforma da Assistência Psiquiátrica que visa tirar a pessoa com transtorno mental da instituição e do hospital psiquiátrico, redirecionando para um novo modelo assistencial em Saúde Mental como os CAPS e Hospitais Dia, a fim de estimular a expansão de serviços substitutivos nos municípios como os PSFs, reconstruindo uma rede de assistência baseada na ética, qualidade, eficiência e credibilidade junto à população em geral, destaca a terapeuta ocupacional e gerente do CAPS, Danieli Farias Lima.

O CAPS mantém com freqüência, curso de aprendizagem para os pacientes e familiares, palestras, confraternização, além dos atendimentos tradicionais de sua área.





Fonte: Da Assessoria

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