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Segunda - 11 de Julho de 2016 às 07:17
Por: Do EGO

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Anderson Barros / Paparazzo
Aos 31 anos, a ex-policial militar diz que não teve crise dos 30
Aos 31 anos, a ex-policial militar diz que não teve crise dos 30

Toca o alarme do celular e a mensagem pisca na tela do smartphone: “Primeira refeição do dia”. Anamara saca sua garrafinha de suco de uva integral e avisa: “É a primeira refeição mesmo porque até o aeróbico que faço quando acordo eu faço em jejum”.

A dieta rígida é parte dos novos hábitos da ex-BBB, que posou pela terceira vez para o Paparazzo no hostel Contemporâneo, Zona Sul do Rio.

Aos 31 anos, a ex-policial militar diz que não teve crise dos 30 e está acostumada ao estereótipo de mulherão.

“Nunca fui gatinha, sempre fui tigresa. Sempre tive rosto de mulherão. Mesmo quando não quero passar essa impressão, quando fico séria transpareço sensualidade. Isso é desde a minha adolescência”.

Simpática, ela brinca com todos os integrantes da equipe do ensaio e recusa o bolinho oferecido no café da manhã.

“Não posso. A próxima refeição é só daqui a duas horas e nada de carboidrato”, avisa.

Ex-participante da 10ª e 13ª edições do “Big Brother Brasil”, ela afirma que se arrepende de não ter “controlado a língua” nas situações que encarou depois da fama.

“Poderia ter engolido mais sapos para conquistar mais coisas na minha vida. Não engolia nem quando era policial militar e o comandante falava algo que eu achava que não estava certo. Mesmo ele sendo meu superior hierárquico e sabendo que poderia ser punida por isso, eu falava o que pensava”, lembra ela.

E acrescenta, antes de dar uma gargalhada: “Fui punida muitas vezes por isso, inclusive.”

Quando o assunto são os altos e baixos da fama, Anamara surpreende.

“Já tive crises, não diria existenciais... Mas por ser uma pessoa conhecida. Já quis, definitivamente, desaparecer. Teve momentos em que desejei ir embora do país. Porque queria ter uma vida normal, trabalhar, ter uma rotina, acordar cedo de manhã, ir e voltar, como todo mundo”.

A baiana diz que se preocupa com o futuro.

“Não estou desmerecendo tudo que conquistei no pós-‘Big Brother’, principalmente no âmbito financeiro. Mas fico pensando em como faria para voltar ao mercado de trabalho sendo uma pessoa conhecida? Não posso trabalhar em uma empresa qualquer porque vai que chega uma pessoa que tem a minha ‘Playboy’? Volta e meia penso nisso porque ainda faço muita campanha e desfile, mas tenho consciência de que um dia vai passar. Talvez se eu fosse uma atriz, apresentadora renomada, isso também poderia acontecer. E eu sou só uma personalidade da mídia, então é ainda mais propício que, no meu caso, a fama passe”.

Salário fixo


Anamara não descarta a possibilidade de conseguir continuar trabalhando por causa da fama que ganhou no programa, mas conta que preferiria ter um emprego comum que lhe rendesse um salário fixo no fim do mês: “Tem gente que trabalha com isso há 10 anos depois de sair do ‘BBB’ e talvez isso possa acontecer comigo também, mas tenho essa preocupação. Faço um pé-de-meia que dá para pagar minhas contas, mas não me permite sossegar. Por isso, queria fugir para ter uma vida normal, talvez gerenciando alguma coisa. Trabalho desde os meus 16 anos, então ter vida de dondoca sem ser dondoca me assusta”, afirma.

“Frequento salão de beleza, academia, faço tudo isso para cuidar da minha imagem por trabalhar com isso, mas não sou rica. Penso em retomar a faculdade que larguei quando entrei para a PM, fazer um curso. Ficar completamente no anonimato não me desesperaria porque já trabalho isso na minha cabeça. Não me entristece não estar na mídia. Não tenho receio de chegar a um restaurante e não ser reconhecida ou não me pedirem para tirar foto. Para mim, isso é uma bobagem”, garante.





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