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Judiciário e Ministério Público
Sexta - 30 de Janeiro de 2026 às 16:08
Por: Pietra Nóbrega/Diário de Cuiabá

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O advogado Gabriel Thomaz de Arruda Taques (detalhe), que foi solto pela Justilça
O advogado Gabriel Thomaz de Arruda Taques (detalhe), que foi solto pela Justilça

A Justiça determinou a soltura do advogado e assessor parlamentar da Câmara de Cuiabá, Gabriel Thomaz de Arruda Taques, de 29 anos, acusado de agredir a então namorada.

A decisão foi dada pelo juiz Marcos Terencio Agostinho Pires, da 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, durante audiência de custódia realizada na tarde desta quinta-feira (29).

A liberdade é provisória e está condicionada ao cumprimento de medidas cautelares. Entre as determinações judiciais estão a proibição de qualquer contato com a ofendida, a obrigação de manter o endereço atualizado e a participação obrigatória no grupo reflexivo “Papo de Homem para Homem”, da Polícia Judiciária Civil.

O juiz também manteve medidas protetivas de urgência previamente decretadas, que incluem distanciamento mínimo da vítima e o uso do aplicativo Botão do Pânico.


O processo judicial segue em sigilo.

O caso

O caso teve início na tarde de quarta-feira (28), quando a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência no condomínio Residencial Paiaguás. No apartamento, foram encontrados danos como porta arrombada, televisor quebrado e móveis danificados.

A mulher, de 28 anos, relatou aos policiais que foi agredida fisicamente pelo companheiro durante uma discussão, apresentando um hematoma no cotovelo.

Ela também afirmou ter sofrido violência psicológica durante o relacionamento, que, segundo sua versão, ainda estava em curso.

Em nota, a defesa de Gabriel Taques negou os fatos. Segundo a versão do investigado, o relacionamento havia sido encerrado por iniciativa dele, o que não teria sido aceito pela ex-namorada.

Após o fim da relação, conforme ele, teriam ocorrido episódios de desentendimento, ocasião em que a mulher teria destruído seu apartamento, bem como seus pertences pessoais.

Ele afirmou ainda não praticou qualquer agressão física, tendo inclusive reunido documentos, mensagens e registros que demonstrariam ameaças anteriores, incluindo ameaça de morte e de incêndio do imóvel.





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