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Educação/Vestibular
Sexta - 20 de Março de 2026 às 07:14
Por: Vitória Gomes/Mídia News

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, classificou como “inadmissível” o caso de estupro envolvendo uma estudante de 13 anos dentro da Escola Estadual José Leite de Moraes, em Várzea Grande, e garantiu que medidas rigorosas serão adotadas.

Sou pai de três filhos, duas meninas e um menino, e quando vejo uma situação dessas, fica entristecido. É inadmissível esse tipo de comportamento

“Vi isso e confesso que fiquei muito triste. Sou pai de três filhos, duas meninas e um menino, e quando vejo uma situação dessas, fica entristecido. É inadmissível esse tipo de comportamento, é inadmissível o que aconteceu”, disse.

O crime teria ocorrido no dia 10 de março, dentro do banheiro destinado a pessoas com deficiência da unidade escolar. A denúncia foi registrada na Polícia Civil dois dias depois.

Segundo o secretário, a Seduc já adotou as providências necessárias e acompanha o caso em conjunto com as forças de segurança.


“Nós estamos tomando todas as providências. A segurança pública está investigando e nós não vamos admitir esse tipo de coisa. A lei tem que ser aplicada doa a quem doer”, afirmou.

O secretário também destacou que uma equipe psicossocial está prestando apoio à vítima, familiares e à comunidade escolar.

“A nossa equipe, com psicólogo e assistente social, está acompanhando a família e os profissionais da educação. Vamos tomar as providências cabíveis de forma rápida”, disse.

Segurança nas escolas

Ao ser questionado sobre medidas para reforçar a segurança nas escolas, o secretário citou a ampliação das unidades cívico-militares no Estado.

Segundo ele, atualmente Mato Grosso possui 160 escolas nesse modelo e outras 30 militares, com previsão de expansão nos próximos meses.

“É uma política que vem das famílias e dos prefeitos. A gente quer escolas seguras, com hierarquia e respeito, mantendo a mesma qualidade pedagógica”, afirmou.

O secretário ainda ressaltou que o Estado mantém ações integradas com a segurança pública, como rondas escolares e monitoramento preventivo.

“São 629 escolas e cerca de 320 mil estudantes. Existe um trabalho conjunto com a Polícia para identificar e evitar qualquer tipo de violência dentro do ambiente escolar”, disse.





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