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Educação/Vestibular
Quarta - 09 de Junho de 2010 às 12:01
Por: Mariana Londres

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Julia Chequer/R7
Estudante faz a prova do Enem, exame necessário para concorrer a uma vaga pelo Sisu
Estudante faz a prova do Enem, exame necessário para concorrer a uma vaga pelo Sisu
O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) do 2º semestre de 2010 terá 16.573 vagas em 35 instituições do ensino superior, de acordo com informações divulgadas pelo MEC (Ministério da Educação) nesta quarta-feira (9). A ferramenta foi criada pelo ministério no ano passado para que estudantes disputem vagas em faculdades e institutos federais.

O Sisu do 2º semestre estará aberto a todos os alunos que tiverem feito o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2009 e estará disponível apenas nas instituições que têm vestibular no meio do ano. As inscrições para o Sisu começam nesta quinta-feira (10) e vão até o dia 14 de junho, pelo portal do MEC.
Nesta edição, há oito possibilidades novas, que ainda não participaram do sistema. Das 35 instituições de ensino, 15 são universidades federais, duas são estaduais, 17 são institutos federais e uma é um Cefet (centro federal de educação tecnológica).

No primeiro semestre de 2010, 52 instituições de ensino participaram do Sisu, oferecendo 47,9 mil vagas. Segundo o MEC, o número de vagas oferecidas para o segundo semestre é menor porque nem todas as universidades fazem dois processos seletivos ao ano.

Novidades

Nesta edição, há algumas novidades no processo de seleção. O estudante poderá se inscrever em até dois cursos, elegendo sua primeira opção. Durante o período de inscrição (até 14 de junho), ele pode alterar suas opções se perceber que tem mais chances de passar em alguma outra instituição ou curso diferente do que escolheu inicialmente. A nota de corte de cada curso será divulgada todos os dias, à medida que os participantes forem se inscrevendo. 

Quem for aprovado para sua primeira opção é automaticamente retirado do sistema. Já o estudante que for selecionado para sua segunda opção ou não atingir a nota mínima para nenhum dos cursos escolhidos poderá permanecer em uma lista de espera. Esse mecanismo será utilizado para preencher as vagas que restarem.

Um dos objetivos dessa mudança é evitar o que ocorreu na primeira edição do Sisu, no início do ano: muitos estudantes se inscreviam para um curso, mas depois de selecionados não se matriculavam, o que acabou gerando sobra de vagas nas três etapas de seleção, que foram posteriormente preenchidas por uma lista de espera.





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