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Saúde
Sexta - 04 de Dezembro de 2009 às 01:25
Por: Raquel Ferreira/Sinézio Alcânt

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Mais 2 pessoas morreram com complicações da dengue em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá), elevando para 5 o número de óbitos no município em um mês. Em Mato Grosso, já são 48 vítimas fatais da doença. As 2 últimas mortes registradas são do morador de rua Evaldo Toledo, 32, e a menina Lucineide Pereira da Silva, 4. Os 2 pacientes foram internados no Hospital Regional da cidade e morreram pouco tempo depois de darem entrada na unidade de saúde.

Dos 1.912 novos casos de pacientes registrados nesta última semana no Estado, 186 são de moradores de Cáceres. A cidade apresenta queda de 3,5 para 2,4 na Índice de Infestação Predial (IPP), conforme a Vigilância Epidemiológica municipal, mas o número de pessoas doentes não para de crescer.

O Ministério da Saúde colocou Cáceres entre os 10 municípios do Brasil com risco de surto da dengue, após Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes Aegypti (Liraa) deste ano, apontando que 4,7% dos imóveis da cidade possuem larvas do mosquito vetor da doença. O número está acima do considerado ideal que é inferior a 1%. O Liraa é um estudo semelhante ao IPP.

Mortes - A menina Lucineide, moradora no bairro Vila Nova, deu entrada no Pronto-Atendimento Médico (PAM) no dia 2, em estado grave, sendo transferida para o Hospital Regional, onde morreu no mesmo dia às 21h40. O prontuário médico da criança aponta como causa da morte dengue hemorrágica.

Às 12h, também do dia 2, morreu Evaldo no mesmo hospital de Cáceres. Ele havia sido atendido no dia 1º, às 18h, no Pronto-Atendimento Municipal. Diante da gravidade de saúde do paciente, ele foi transferido para Hospital Regional e morreu no dia seguinte. Ele era morador de rua e deficiente físico.

Os outros óbitos confirmados são do trabalhador Durvalino Cunha Silva, 44, da professora Greice Aparecida do Nascimento, 27, grávida de 9 meses, e do advogado Allan Kardec Santos, 67, que morava em Cuiabá, mas apresentou os sintomas e morreu no interior. O último óbito não é contabilizado pelo município e entra na estatística da Capital.





Fonte: A Gazeta

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