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Saúde
Quinta - 30 de Julho de 2009 às 13:15
Por: Euziany Teodoro

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Mato Grosso já registrou dez casos de gripe suína, seis deles em Cuiabá. A informação acaba de ser confirmada pelo secretário municipal de Saúde da Capital, Luiz Soares, que concedeu entrevista coletiva nesta manhã de quinta-feira (30 de julho) para informar as medidas tomadas pelo município para conter a doença.

O secretário adjunto de saúde de Cuiabá, Nei Moreira, informou que a contagem do número de pessoas infectadas não tem mais sentido, uma vez que a Organização Mundial de Saúde (OMS) deixou de dar tanta importância à estatística porque o vírus já se dispersou no mundo e agora não tem mais como conter o contágio.

Contudo, as notificações de casos vão continuar sendo feitas para fim de monitoração do comportamento do vírus. Ele informou que, por enquanto, a influenza A (gripe suína) está na fase 1, na qual as pessoas contaminadas tiveram contato com o vírus no exterior. A fase 2 é quando o vírus já circula na cidade.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Luiz Soares, a Organização Mundial de Saúde divulgou o primeiro alerta sobre a gripe suína no dia 24 de abril deste ano. No dia 28 de abril, quatro dias depois, a prefeitura fundou o Comitê Municipal de Diagnóstico, Tratamento e Vigilância Epidemiológico da Influenza A.

Nos dias 28 e 29 de julho, todos os agentes de Saúde de Cuiabá receberam orientação sobre diagnóstico, tratamento e vigilância epidemiológica da doença. “Como a doença está na fase 1 e não há mais a necessidade da contagem, o atendimento será feito da mesma forma que a influenza humana (gripe tradicional). Os pacientes que suspeitarem estar com a doença deverão procurar as 85 unidades de Atenção Básica do município, que incluem os postos de saúde e postos de Saúde da Família”, explicou Luiz Soares.

Em maio todos os profissionais do Pronto-socorro e do Hospital Júlio Muller também foram treinados. O município contratou cinco médicos infectologistas, oito enfermeiros e 16 técnicos de enfermagem especialistas na doença, para atuar no Pronto-socorro.

Os casos mais graves serão encaminhados às policlínicas e posteriormente ao Pronto-socorro municipal e Hospital Universitário Júlio Muller, os hospitais de referência.





Fonte: PnB Online

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